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Corremos muito para chegar até aqui

O automobilismo foi a inspiração para a Renault dar a largada. Há mais de 120 anos surgia um novo carro, que tinha na potência sua marca registrada.

A adrenalina das pistas motivou os irmão Renault a desenvolver motores cada vez mais potentes.

Depois de percorrer tantos circuitos e ganhar tantas competições, a Renault chegou aos dias de hoje.

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Renault , uma aposta vencedora

A Renault surgiu como uma aposta.
Os amigos de Louis Renault juraram que seu carro jamais subiria a rua Lepic, em Montmartre, a mais íngreme ladeira de Paris.
Para vencer a aposta, Luis criou o Voiturette A, primeiro carro da marca; e deu certo.
A performance dos motores Renault logo chamou a atenção nas pistas.
Em 1901, seus carros conquistaram as quatro primeiras colocações no rali Paris-Bordeaux e os dois primeiros no Paris-Berlim.
Mais que uma consagração dos seus motores e da sua performance, as competições automobilísticas foram a grande estratégia para tornar a marca conhecida.
E funcionou, a Renault ganhou fama batendo vários recordes de velocidade.

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Gordini, o carro que virou lenda

Sua passagem pela história foi tão rápida quanto o carro nas pistas. Em 1958, nasceu o lendário Renault 8 Gordini, que rapidamente se tornou um símbolo de sucesso para uma geração de pilotos. O nome GORDINI foi uma homenagem ao seu criador, Amadeo Gordini, famoso projetista de carros de competição. A vocação esportiva do carro se explica: o veículo ágil e compacto acelerava de 0 a 100 km/h em cerca de 28 segundos e alcançava mais de 120 km/h, velocidade incrível para a época. A versão esportiva tinha carburador duplo, novo comando de válvulas e escapamento mais aberto, mudanças que faziam a potência do Gordini ir para 42 cv a 5.800 rpm. Em 1966, a grande popularidade do carro levou à criação da Copa Renault 8 Gordini. Em 1970, o lançamento do Renault 12 Gordini foi celebrado com o "G Day", um encontro de donos de Gordinis no Circuito Paul Ricard, na França. Ao mesmo tempo, foi lançada a Fórmula Renault que trazia em seus carros o consagrado motor do Renault 12 Gordini. Se no passado o Gordini foi objeto de desejo devido à sua esportividade, hoje ele é a paixão de colecionadores, mais uma recompensa por tantos anos de glória.

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Aquisição da Alpine

Em 1973, a Renault se tornou acionista majoritária da Alpine. 1973 provou ser um bom ano para a marca, quando o Alpine A110 "Berlinette" venceu o primeiro Campeonato de Rally Mundial.

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Dauphine: performance nas pistas e nas vendas

A performance do Dauphine foi bem além das pistas. Lançado em 1956, este sucessor do 4CV representava como nenhum outro a estética dos anos 60. Tinha equipamentos impensáveis nos veículos da época: câmbio automático, aquecimento interno e bancos reguláveis. Tantos diferenciais conquistaram o publico e fizeram do Dauphine um campeão de vendas com 2.150.738 unidades comercializadas até o seu último ano de fabricação, em 1967.

Nossa história na Fórmula 1

Renault e a competição de referência

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Primeiros passos na Fórmula 1

Nossa história com o automobilismo começou com a chegada da Amédée Gordini, conhecida por seus carros em grandes prêmios. A Renault construiu a fábrica de Viry-Châtillon para abrigar suas criações. Graças à Gordini, a Renault se concentrou primeiro em um motor V6 2.0 L, que foi revelado em janeiro de 1973. Ela passou a ser competitiva no famoso Campeonato Europeu de carros esportivos de 2 litros.

Motivada por este sucesso, a Renault entrou para o Campeonato Mundial de carros esportivos da FIA e desenvolveu uma versão turbo do motor.

A Renault Sport foi oficialmente fundada em 1976 quando um programa de competição de monopostos foi lançado:

Fórmula 2, Sport Le Mans e, então, a Fórmula 1 em 1977. A Renault deu seus primeiros passos na Fórmula 1 como equipe. A marca trilhou o caminho com uma inovação chave: o turbo. Com seus competidores usando motores atmosféricos, a Renault produziu um motor V6 com turbocompressor. Ao mesmo tempo, Didier Pironi e Jean-Pierre Jaussaud venceram as 24 Horas de Le Mans de 1978 em seu Alpine-Renault A442B, movido pelo motor Renault V6 turbo.

A Renault teve sua primeira vitória na Fórmula 1 em 1979, no Grande Prêmio da França, com Jean-Pierre Jabouille pilotando o RS11.

No início da década de 80, a Renault venceu 15 grandes prêmios e foi vice-campeã no Campeonato Mundial de 1983, graças a Alain Prost, antes dele deixar a competição no final da temporada de 1985.

A aposta da Renault no motor turbo, desacreditado na época, realmente compensou.

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Consagração

A Renault voltou à Fórmula 1 como equipe, em 2002, ao adquirir a consagrada Benetton. O retorno da Renault F1 Team coincide com a chegada de um piloto chamado Fernando Alonso, que venceu dois Mundiais de Pilotos consecutivos pela marca, em 2005 e 2006. 

A nova equipe também venceu dois Mundiais de Construtores no mesmo período. 

Em 2011, querendo focar suas atividades como fabricante de motores, a equipe foi vendida para a Genii Capital. O movimento foi certeiro: usando os motores da Renault, a Red Bull foi tetracampeã mundial entre 2010 e 2013. 

Ao volante do imbatível Red Bull-Renault, Sebastian Vettel tornou-se o mais jovem campeão mundial da história da Fórmula 1, um recorde que permanece com ele até hoje. 

Em seus 43 anos na Fórmula 1, a Renault construiu números muito difíceis de serem alcançados por outras marcas, incluindo 12 títulos de Construtores e 11 de Pilotos, conquistados por alguns dos maiores nomes do esporte. 

12 Mundiais de Construtores
1992 (Williams), 1993 (Williams), 1994 (Williams), 1995 (Benetton), 1996 (Williams), 1997 (Williams), 2005 (Renault), 2006 (Renault), 2010 (Red Bull), 2011 (Red Bull), 2012 (Red Bull) e 2013 (Red Bull) 

11 Mundiais de Pilotos
1992 (Nigel Mansell), 1993 (Alain Prost), 1995 (Michael Schumacher), 1996 (Damon Hill), 1997 (Jacques Villeneuve), 2005 (Fernando Alonso), 2006 (Fernando Alonso), 2010 (Sebastian Vettel), 2011 (Sebastian Vettel), 2012 (Sebastian Vettel), 2013 (Sebastian Vettel). 

168 vitórias
213 pole positions 
176 melhores voltas
459 pódios

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Nova fase

A Renault F1 Team retomou suas atividades como equipe em 2016, utilizando suas modernas instalações na produção de chassis e equipamentos na sede de Enstone, na Inglaterra, e a fabricação de unidades de potência em Viry-Châtillon, na França. 

Com mais de 700 profissionais dedicados a recolocar a equipe no topo do esporte, a Renault iniciou um projeto de longo prazo, terminando o primeiro ano na nona colocação. 

A chegada dos pilotos Nico Hülkenberg e Carlos Sainz Jr. ajudou o time a avançar ainda mais em suas pretensões. Ocupou a sexta posição entre os Construtores, em 2017, e o quarto lugar, em 2018. 

A temporada 2019 seguiu surpreendendo positivamente. Daniel Ricciardo, uma das principais estrelas da categoria, assinou contrato com a Renault F1 Team e teve participação fundamental no crescimento da equipe. 

No Canadá, conseguiu a melhor posição de largada desde que o time voltou à categoria, ficando em quarto lugar. E na Itália, a quarta posição na bandeirada foi o melhor resultado em corrida da Renault F1 Team desde o retorno em 2016.

A consolidação veio definitivamente em 2020. Daniel Ricciardo subiu ao pódio em terceiro lugar nas etapas de Eifel e da Emilia-Romagna e ainda registrou a melhor volta em Spa-Francorchamps e em Yas Marina. Já Esteban Ocon terminou em segundo lugarem Sakhir.

Renault Sport no Brasil

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Willys Interlagos

A Renault cumpriu um papel fundamental na profissionalização do esporte a motor no Brasil por meio da chegada do Willys Interlagos ao País, em 1961. O carro era a versão nacional do Renault Alpine A108 e tornou-se um verdadeiro símbolo de esportividade, não só pelo design, mas também pelo desempenho: era capaz de atingir 160 km/h e fazia de 0 a 100 em 14s1, marcas excelentes para as corridas da época.Foi ao volante do Willys Interlagos que grandes nomes como Emerson Fittipaldi, Wilson Fittipaldi Jr., Bird Clemente e José Carlos Pace começaram a escrever seus nomes na história das pistas brasileiras.

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Prova de resistência

Em 1964, a Willys-Overland do Brasil convidou os maiores pilotos do automobilismo brasileiro para realizarem um ousado teste de resistência no Renault Gordini. O carro teria de completar 50 mil km acelerando pelo velocíssimo anel externo do autódromo de Interlagos.
As paradas só eram permitidas para a troca de piloto, reabastecimento e verificação e/ou troca do óleo do motor, da água do radiador e dos pneus.
O teste foi feito sob supervisão da FIA (Federação Internacional de Automobilismo) para que pudesse ser registrado como um novo recorde de resistência e durou 22 dias ininterruptos no total. Foi completado com sucesso na média de 97 km/h, sem descontar os pit stops!
Participaram da avaliação os pilotos Wilsinho Fittipaldi Jr., José Carlos Pace, Geraldo Meirelles, Vitório Andreatta, Danilo de Lemos, Wladimir Costa, Bird Clemente, Chiquinho Lameirão, Carol Figueiredo e Luiz Pereira Bueno.

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Escola de talentos

Conhecida no mundo inteiro por sua vocação para revelar talentos, a Fórmula Renault esteve presente no Brasil entre as temporadas de 2002 e 2006 e serviu de palco para a preparação de pilotos que anos depois estariam na Fórmula 1. Entre eles, destacam-se Lucas Di Grassi, Nelsinho Piquet e o polonês Robert Kubica.

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Disputa entre marcas

Entre 2015 e 2018, a Renault disputou o Brasileiro de Marcas, competição entre montadoras que colocava nas pistas monoblocos originais, mas com motores idênticos, preparados para a competição. Celebrando vitórias com o Renault Fluence por todo o Brasil, a marca se destacou tendo pilotos do nível de Rubens Barrichello, Gabriel Casagrande e Fábio Carbone.

Renault em competições

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Fórmula 1

A temporada 2020 está em andamento e você pode acompanhar cada passo da Renault F1 Team e dos pilotos, Daniel Ricciardo e Esteban Ocon, seguindo nossa página no Facebook.

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